domingo, 10 de agosto de 2014

Death to the Brushes

Morte às Vassouras em breve irá atravessar a ponte...
Agradeço desde já a todos que sempre estiveram ao meu lado, direta e indiretamente!
Tradução Dr Margaret Anne Clarke

Death to the Brushes
INTRODUCTION

I entered the room softly, almost on tip-toe. I had been invited into the family home to lend a hand with the furniture, the dishes, the breakfast, the lunch, the dinner, and, above all, the old folk of the house. Assuming my usual mask of shyness, I approached them with the strategy I had decided on beforehand, blurting out refined language, along with a torrent of thank you so much, if you please, excuse me.
And when I made my presence felt, I felt alert eyes focused on me, curious, yet cold and alien. At that moment of rejoicing, I caught snatches of approving comments, something along the lines of how sweet, so polite, it must be because she reads a lot, don’t you think?
I felt confused by the antique dressers, the tables laid for lunch, ritual, ritual…
Life is a ritual, sweetheart …
Crouched on the floor, I picked up the breadcrumbs which had fallen from the table while my employers lunched or ate dinner in my presence and waited in the corner until they had finished. I stood in the room, mute, giving an impression of an old and forgotten statue.
Two old people, lost in the present day, but still preserving their old-world stiffness of decades ago. Incapable of looking me in the eye and asking even: do you have a mother?
Oh! No. The past recreates itself; my hands which now serve others, were full themselves once …
“Can you read and write, girl?”
She still takes care to use lipstick, and with age comes benevolence. The all-powerful doctor has taken care of her failing sight, and beyond that, her deafness to great events. Today at lunch the old folk are surrounded by guests, but alone, very alone with their china and porcelain. They imagine steel safes filled with cash, chained to the vicissitudes of their ephemeral existence, and climbing day after day, in a primitivism at once laconic and playful.
“You know, dear, she’s so intelligent! At last, a civilised person in this house”.
But she only answers the phone when I’m not there

Foto lirismo, por Vladi Victorelli

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sábado, 9 de agosto de 2014

Palavras

Final de semana em luta desigual com as palavras... Depois de me esbofetearem à tarde inteira, agora estão aqui rebolosas na minha frente, rindo da minha cara, como se fossem senhoras do meu destino...

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Agosto machista

Agosto, se acha o cara mais gostoso do mês.
Chegou todo machão, e sem pedir licença, invadiu meu templo, despiu minha túnica, embaralhou meus pensamentos, e depois saiu falando mal de mim.
Ah, grandíssimo patife! 
Só de vingança, vou cair nos braços de setembro e fingir que ele não existe no meu calendário. 
Nada como a indiferença, para castigar certos tipos!!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Bem Vindo ao Mundo dos Raros


Não teve jeito, mais uma vez a vida me direcionaria a caminho do obscuro, daquilo que muitos preferem esconder, trancar no submundo, ou por outro lado, tratar os envolvidos como palhaços, no pior sentido da palavra.
Depois da minha última experiência, o que viria ?
Tinha certeza que não seria algo mais ou menos, seria sim, algo AVASSALADOR.
Como a maioria dos grandes acontecimentos da minha vida, algo de profundo impacto. O que viesse, porém, não seria uma experiência solitária, não gosto de ideais solitários. No fundo sabia, que acalentaria novas vidas, novos infortúnios!
E não foi para menos, o assunto que vem à tona neste livro, é uma ferida exposta, uma chaga para muitos desconhecida...
"Bem-vindo ao mundo dos Raros "É uma coletânea de contos e crônicas de uma psiquiatria, onde trabalhei. Fragmentos de uma realidade descrita sem rodeios, sem máscaras.
Loucura, que muitas vezes está ao nosso lado, sem que consigamos enxergá-la, um mundo vivido dentro de nós mesmos, em diferentes proporções.
Com eles, consegui chegar, sem alucinógenos, nas mais profundas abstrações da nossa mente.
" Bem-vindo ao mundo dos Raros"
Um roteiro, às vezes dramático, outras bem humorado, aos abismos do cérebro humano

Descaminhos

Minhas letras nascem das calçadas, do contato com o povo, das entrelinhas do cotidiano, do não comum, dos afetos e desafetos...
Parti, rumo ao desconhecido...

domingo, 3 de agosto de 2014

"MORTE ALLE SCOPE"

"MORTE ALLE SCOPE" di Claudia Canto
Tradução: Renato Marchese, escritor italiano

Diario di una giornalista, che si è trasformata in una collaboratrice domestica in Portogallo

Quando Claudia Canto,decide di andare in fondo a questa esperienza, molti... frammenti della sua vita erano già trascorsi... Pane caffè, e un poco di cultura, erano i fogli del suo diario in Brasile.

O dover restava alla finestra ad assistere allo spettacolo reale che le offriva la sua quotidianità... o andare in Europa per guadagnare "Euro e Cultura". Optò per il secondo naufragio e, per la sua non conoscenza della realtà europea, seguì la sorte di altri migliaia, milioni di brasiliani e africani che hanno avuto la stessa idea. Avventurandosi in questo naufragio, questa giornalista è tornata con un grosso bagaglio: un diario, un contenuto con una analisi critica di una realtà vissuta da molti emigranti, ma denunciata da pochi.

É una narrazione emozionante, coinvolgente che trascina anche il più freddo dei lettori. Una relazione storico-polemica come nessun’altra mai raccontata.

Il libro tratta della vita quotidiana di una giornalista brasiliana venuta in Portogallo per tentare la propria sorte. Il viaggio si presenta pieno di ostacoli che vanno sorgendo di giorno in giorno, e fanno si che una giornalista professionista si trasformi in una collaboratrice domestica.

Secondo la critica questo libro: “ ti lascia riflettere sulla diversità della natura umana, che è arrivata all’apice degli imperscrutabili sentimenti".